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:: Observatório
Por indicação do professor Sergio Vilas Boas fui parar no Observatório da Imprensa em fevereiro de 2006. A idéia era contar um pouco da experiência em Jornalismo Literário e da importância de quem se interessa pelo assunto estudá-lo. Não é um artigo científico, nem uma grande reportagem. Ali, há quase um depoimento – que levou algumas pessoas a me escreverem e rendeu boas conversas sobre JL. Espie. http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=369DAC003

:: Substantivo Próprio
Sempre ouvi nas redações nas quais trabalhei que o jornalista precisa brigar diariamente com a rotina pra não deixar o jornal chato. Mas a correria acaba engolindo todo mundo e, muitas vezes, a deliciosa história da dona Fulana, que a gente vê todo dia trabalhando ali na esquina, passa despercebida. Acho que os jornais deveriam ter um espaço só pra contar essas histórias. E, enquanto isso não acontece, esse canto servirá pra isso. Bem-vindo!

:: Dá quem quer
Fui convidada pelo Carlos Eduardo Moura, editor-chefe da Semana 3, a escrever minhas impressões sobre um culto evangélico. A revista, voltada especialmente aos leitores de Barão Geraldo (distrito de Campinas), mescla comportamento, cotidiano e cultura, e é distribuída gratuitamente na cidade. Essa foi minha primeira colaboração com a Semana.

:: Sebo
Em 1999, colaborei com o Pedrinho (Pedro Fávaro Jr., meu pai, amigo e jornalista, hoje editor-assistente de Economia no Em Dia, produto da Agência Estado) na produção de um livro. No mesmo ano, escrevi um meu, junto com a Dani (Daniele Ruiz) e a Rô (Roberta Cantoni), amigas e jornalistas. Dê uma espiada!

:: Hiperatividade
Dizem que sou ligada no 220V. E organizar a mostra Nosso Carlitos - Homem do Povo com a Dani (Daniele Ruiz) foi bem por aí - fizemos a exposição, um livro e, nas horas vagas, trabalhávamos (risos). A mostra também foi realizada em 99, quando eu ainda estava em Jundiaí. Homenagem merecida ao querido Milton Domingos.

:: Chorão, menino: assim era Toninho
11 de setembro de 2001. O World Trade Center virava ruína e eu chorava a morte do Toninho, assassinado no dia 10. Não que eu não tenha a dimensão do estrago na Big Apple, mas a morte do prefeito estremeceu Campinas - ainda que no meio da poeira dos escombros americanos. Este é um texto publicado na série Crônicas da Despedida, do Correio Popular, onde, na época, eu era repórter de Política. Um pouco de tinta e saudade.